Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Desaparecido.

Pessoal,
recebi essas fotos de Caca, um amigo meu. Esse menino é filho de um amigo dele que mora em Curitiba. Se alguém tiver notícias, por favor, entre em contato: douglas@fiap.com.br ou Jacson Andrade (061)3274-5156.

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Tudo é uma questão de manter.

A mente espeeeerta, a espinha ereeeeta e o coração tranquiiiilo.

Terça-feira, 30 de Junho de 2009

De poucas palavras.

Às vezes ela sente muita fraqueza. Daquelas que deixa tudo em volta meio slow motion e os sons parecem vir de baixo d’água. A respiração fica curta, os passos pesados, as costas doloridas. Porque não importa o que ela faça ou em quantas pessoas ela tenha que se transformar, nunca vai ser o suficiente. Ela sempre vai ter que responder pelas pressões do mundo, as declaradas e as veladas de conversa de corredor. E tudo que ela quer é viver a vidinha dela com tranquilidade e ser feliz sem se meter na vida de ninguém, como é de sua natureza. Uma felicidade que, de tão próxima, parece irreal, porque tudo com ela sempre foi meio assim. Como se ela não tivesse o direito de ser feliz.

Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.

meu coração vai varar a caixa do peito. eu juro.
tim, monamú, eu confio em você, heim?
olha a responsabilidade.





Sem demagogia.

Mas vocês não tem ideia (sem acento, né?) de como me deixa feliz ver as pessoas felizes. Muito mesmo.

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

De trás para frente.




Terça-feira, 16 de Junho de 2009

Cocoricó.

Um programa conhecidamente educativo, com personagens puros, vídeos alegres, músicas instrutivas e clima de felicidade, né? Certo.

Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

I've loved, I've laughed and cried.

Eu sou mais saudosa do que deveria. Talvez por isso tente me apegar pouco às coisas. Jogo tudo fora. Não junto cartas ou roupas ou lembranças que ficaram no passado, porque acho que é lá que eles devem permanecer. Meus pensamentos já viajam no tempo o suficiente para que isso me prenda a uma data que saiu do calendário. Do passado só guardo músicas e filmes, que esses, sim, são sempre os melhores.

Nesse final de semana tive recaídas de um passado nem tão distante assim. Paredes coloridas, um tapete felpudo, piso de madeira, uma rede junto à luminária estampada e plantas espiando a vida dos moradores pela janela. Nos dois lados do corredor, as fotos dos amigos dizem boa noite para quem vai dormir. Na cozinha, cortinas com cara de casa de vó, piso xadrez, cadeiras de madeira e uma cristaleira, também de madeira.

Lembro da inauguração. De como, aos poucos, ele foi ganhando forma. Lembro das farras embaladas pelos vinis no passa-discos, da Quilmes gelada, das festas de aniversário, dos desabafos no quarto, das cervejas que insistiam em amanhecer o dia e da menina de riso fácil que sempre me recebia com o mais caloroso e sincero dos abraços. Lembro cada momento com a nitidez de uma foto recém-revelada (sim, eu já disse que sou saudosa, logo prefiro as de papel).

Lá, a gente foi tão feliz. E quando eu digo a gente, falo de mim e da dona da casa, que vai morar comigo para sempre, seja em que casa estiver. Mas também falo do homem que eu amo e que, assim como eu, saiu de lá com um coração de ervilha. Ele também é saudoso, mas gosta de guardar coisas. Ainda bem. Quando a gente estiver bem velhinho, como na canção, ele vai segurar minha mão. E, sentado ao meu lado na varanda, ele vai me olhar com a doçura de costume, vai apontar para as cadeiras de madeira e a cristaleira, que agora são nossas, e vai dizer baixinho no meu ouvido enquanto Sinatra gira no passa-discos: “você lembra, meu amor?”.